Perguntas Frequentes

Perguntas Frequentes:

  • Posso utilizar uma embreagem de cerâmica em meu veículo original?
    R: A embreagem de cerâmica é desenvolvida pra não patinar quando o veículo tem a potência acima do original. Normalmente esse tipo de embreagem além de mais pesada, tende a ser mais desconfortável (trepidar, mesmo que pouco), além de gerar um desgaste maior no volante do motor e não trazer ganhos de desempenho. Por estes motivos, pra carros originais, o ideal seria a embreagem original, enquanto para preparados, o indicado seria a de cerâmica, justamente por não patinar.
  • Embreagem de cerâmica deixa o pedal duro?
    R: Depende. Conjuntos de até 700lbs ou os kits fabricados especialmente para serem leves (como o 980lbs Light disponível para alguns modelos), têm o pedal com peso similar ao original. Já embreagens de 980lbs ou mais, deixam o pedal mais pesado. Normalmente embreagens mais pesadas são instaladas em veículos com potência acima de 250cv, e em alguns casos acima de 350cv.
  • Qual diferença entre Embreagem de cerâmica Sem Molas e Com Molas?
    R: O disco com molas tem o acoplamento mais suave, priorizando a vida útil do câmbio. Já o disco sem molas, tem o acoplamento mais rápido, priorizando a performance, além de ter menor tendência a trepidações se comparado ao disco com molas. Vale ressaltar, que acima de 350cv, o indicado é disco sem molas, pois as mesmas correm risco de quebra  quando o torque é muito elevado.
  • Qual a embreagem de cerâmica ideal para o meu projeto?
    R: Deve-se ter em mente dois dados: o tipo de uso e a potência do veículo. Para carros de pista é indispensável que o tipo de disco seja sem molas, enquanto que pra carros de rua, é possível utilizar o disco com molas (até 350cv). A carga do platô também estará ligada diretamente a essas questões: um platô de 1200lbs será indicado pra até  500cv de motor para um carro de rua, enquanto este mesmo platô será indicado até 400cv para um carro de pista (considerando uso de VHT e pneus especiais). Na descrição das embreagens, as relações de platô x potência, estarão especificadas.
  • Qual Turbina é ideal para o meu projeto?
    R: Existem diversas medidas de turbinas com as mesmas caixas (exemplo: .50/.48). Deve-se levar em consideração o tamanho do motor e algumas características como cabeçote, para encontrar as medidas de eixo e rotor ideal, para assim partir para o tamanho das caixas quentes – claro que sempre considerando o tipo de uso: em carros de rua, normalmente é dado preferência para turbinas com pegada mais “rápida”, enquanto em carros de pista é priorizado totalmente a alta rotação, buscando sempre o limite.
  • Qualquer válvula de prioridade serve no meu veículo?
    R: Caso seja um carro turbo de fábrica, o ideal é a utilização das válvulas chamadas “Turbo Original”, pois não entram em conflitos com sensores magnéticos ou injeções originais. Enquanto que nos veículos turbinados (adaptados), qualquer válvula funcionará devidamente – lembrando que quanto mais potência, maior deve ser a vazão da válvula.
  • Qual filtro esportivo é ideal para o meu veículo?
    R: Para veículos com motores até 1.6, filtros Mono Fluxos acima de 12cm ou Duplo Fluxo  acima de 10cm atenderão perfeitamente. Já veículos com motores maiores, necessitam de filtros maiores: em motores 1.6-3.0, é comum que o indicado seja filtro Duplo Fluxo de 15cm ou maior. Acima disso, o indicado deverá ser filtros Duplo Fluxo de 20cm, ou até mesmo dois filtros de 15cm.
  • Qual tipo de óleo Motul devo usar?
    R: Procure a viscosidade recomendada pelo fabricante e seu tipo e procure o Motul correspondente. A título de exemplo: se o indicado é semi-sintético 15W40, poderá ser utilizado o 2100 Performance, pois é um óleo semi-sintético 15W40, tecnologicamente avançado. Os óleos Motul com a denominação “Technosynthese” são semi-sintéticos e dispensam uso de condicionador de metal, enquanto os com denominação “100% Synthetic” ou “Ester Core”, são totalmente sintéticos.